França sempre foi destino de eleição para os nossos emigrantes. Andar pelas ruas de Paris é muitas vezes sinónimo de ouvir aqui e ali a nossa língua. Mas não estávamos habituados a encontrar tanta gente conhecida… e logo, nas melhores livrarias de Paris.
Até gritámos de contentamento por poder “achimpar”, ou melhor, “achimer” com a Catarina Sobral. Foi na Gibert Joseph que encontrámos a versão francesa de achimpa.
Bernardo Carvalho também estava por lá. Marée Haute, o nosso conhecido Praia Mar, inundou-nos o caminho.
Olha, olha ali naquela prateleira! Si J’étais un Livre parecia rir-se de e para nós! Levámos algum tempo a reagir, mas não havia qualquer dúvida. Ali estava o André Letria e o seu fantástico Se Eu Fosse Um Livro.
Ainda mal refeitos de tanta emoção e já de saída, o traço inconfundível de José Manuel Saraiva fez-nos voltar atrás! Juste à ce moment lá, um magnífico livro em parceria com Davide Cali saltitava à nossa frente.
Na prestigiada La Hune voltámos a encontrar André Letria e Bernardo Carvalho!
Desta feita, muito bem acompanhados por Nuno Júdice. Uma história de cão, Une histoire de chien, de que tanto gostamos, ocupava lugar de destaque.
Deixámos para o fim a famosissíma Shakespeare and Company. Perdemo-nos lá dentro durante horas! Claro que fizemos a visita de cima para baixo, uma vez que a literatura infantil se concentra no último andar… A perspicácia dos hipopómatos mais pequenos não enganava. Sim, a Isabel Minhós Martins e a Madalena Matoso estavam lá! WHEN I WAS BORN, a versão inglesa de QUANDO EU NASCI, sorria-nos.
À Paris… Merci à tous pour votre compagnie!


