1 de Dezembro de 1955. “Nessa altura não havia turmas com crianças de todas as cores, como acontece na tua escola. Os negros tinham a sua própria escola, os seus próprios cafés e lojas, as suas próprias casas de banho públicas, em suma, tinham uma vida à parte.”
À entrada de muitos estabelecimentos havia letreiros pendurados que diziam:
“Tinha quarenta e dois anos, uns óculos grandes e um porte cheio de dignidade. Era uma mulher que, como tantas outras, regressava do seu trabalho, no seu caso como costureira.”
A história é contada por um avô ao neto, no Museu Henry Ford, onde hoje se encontra o autocarro. Não é um contador qualquer. No dia 1 de Dezembro de 1955 viajava sentado ao lado de Rosa Parks. Foi um dos que cedeu o lugar às pessoas de pele tão branca como a farinha.
“Julgava que ela era louca e, pelo contrário, os loucos éramos nós, habituados a baixar a cabeça e a dizer sim a tudo.”
O autocarro de Rosa Parks, escrito por Fabrizio Silei e ilustrado por Maurizio A.C. Quarello, é uma edição da Dinalivro, com a chancela da Amnistia Internacional.

Pois é isto mesmo! No nosso Colégio preferido ontem falou-se sobre o racismo… Como nestas coisas não tenho muita sorte vou amanhã comprar! Mais sugerstões? Beijos.